10/26/2005

quando um pássaro canta já ele se despiu

e mergulhou no quase gelado da água matinal.


H.C. Mueller

de véspera caíra no sono como pedra num poço.
despertou leve, quase feliz. correria à nascente. sentia-se como adão em paraíso. a natureza agreste, de altitude talvez se impusesse ao seu fardo de civilizado. fosse pelo que fosse, era livre e homem o que se sentia
.


deixou para trás a mochila e tudo o mais, subiu a correr os metros que faltavam e por fim chegou à nascente almejada.


Mike Wolf

do outro lado um pouco mais abaixo, uma mulher. está sentada numa rocha. como se fizesse parte da paisagem . o coração do homem alvoroça. bate arritmado, como o de uma dolescente na primeira paixão.

Andreas Feininger

não pode ser! seria bom demais...
meu amor!?

a mulher olha-o, ergue-se e por fim, a manhã decide despertar.

2 dicas:

Blogger adesenhar está¡ dito...

podias explicar-me esta ponta final!
a chegada à nascente e a terminar o despertar da manhã!
como não sou crítico literário, este fim pode ter várias interpretações, saber qual é o meu problema :)
casos há em que fica ao critério
do leitor o final, aplica-se a este também?

adorei :)

:)
:):)
:)

quarta out 26, 11:09:00 da manhã GMT  
Blogger nadanovo está¡ dito...

aceleradinho!
falta um post para o fim Sai ainda hoje. mas tens razão, podia mesmo terminar assim, mas a autora é teimosa e não lhe apetece.

Até já.

pela tarde já cá está.

Bjs.

:)

quarta out 26, 11:13:00 da manhã GMT  

Enviar um comentário

<< Home