11/08/2005

é visível a cerca de entrada da casa grande.


Donna Sherwood

mas ela, Sara, não tem pressa agora. quer respirar todos os sons novos, o ar lavado.

não referira o nome? é Sara sim. era o nome da avó, a mãe do pai. o pai mistério, o pai escondido, tapado por invernos de folhas apodrecidas na memória dos que o quiseram ignorado de vez.

mas Sara não pensa em nada. pisa folhas e sons, os sons que cada cor tem no seu espírito, na sua carne, no seu sangue. são os sons do outono.

James Kay


desce em busca do riacho , molha-se em água benta de chuva. já não pisa as folhas, elas dançam no ar como ela dança.

pascal renoux.


súbito a vertigem. o céu muda de tom. esbatem-se as formas e a rapariga cai no chão, molhado ainda.

tony howell.

4 dicas:

Blogger Rui está¡ dito...

Que inveja da Sara.

terça nov 08, 11:04:00 da manhã GMT  
Blogger Papo-seco está¡ dito...

Que bom que é descer uma colina a rebolar por cima de folhas secas num dia de sol e erva húmida

terça nov 08, 12:17:00 da tarde GMT  
Blogger M.P. está¡ dito...

OLá... Vim só para deixar ** e dizer que recomeço, depois de casa nova mais compostita, a normalidade do dia-a-dia blogístico. Intés!

terça nov 08, 11:52:00 da tarde GMT  
Blogger batista filho está¡ dito...

Vamos a ver, vamos a ver!... do que até agora vi... depois conto.
Um beijo.

quarta nov 09, 10:10:00 da manhã GMT  

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